Arquivo

Archive for the ‘Geral’ Category

Não perca a estreia de “Não é Só Fome”

Anúncios
Categorias:Geral, Vídeos

Ajude no trabalho voluntário de Campinas

Você sabia que aproximadamente 7% dos brasileiros fazem algum tipo de trabalho voluntário? Pode parecer bastante considerando o tamanho territorial do Brasil, entretanto, atualmente há muitos países em que a consciência da força voluntária já está disseminada. Nos Estados Unidos da América, por exemplo, aproximadamente 62% da população presta algum tipo de serviço não-remunerado. Segundo o levantamento feito pela Feira e Congresso Internacional ONG Brasil, realizado em 2009, mais de 24 milhões de brasileiros querem ser voluntários e não sabem por onde começar.

Se você mora em Campinas ou região, esta é a sua oportunidade de saber por onde começar. Confira abaixo algumas das melhores opções às quais você pode se informar para iniciar seu trabalho voluntário. Não se esqueça: independentemente de quem ou onde você pode ajudar, há sempre alguém precisando da sua força. Seja voluntário!

 

• CASA DA CIDADANIA  (SERVIÇO ESPECIALIZADO PARA POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA- FOTO)
Centraliza o trabalho voluntário desenvolvido por entidades religiosas de Campinas prestando serviço especializado à população de rua, bem como o resgate da dignidade e cidadania dos beneficiados, assim como o retorno a cidade de origem.

Horário de atendimento: das 08h às 16h. Atendimento social e oficinas: das 19h às 21h30. De segunda a sexta-feira. Sábado: das 12h30 às 14h30.
Contato: (19) 3233-6580.

 

• SAMIM (SERVIÇO DE ATENDIMENTO AO MIGRANTE, ITNERANTE E MENDICANTE)
Com capacidade para albergar 150 pessoas, o SAMIM fornece alimentação, espaço para higiene pessoal e pernoite além de resgatar as expectativas de vida dos beneficiados, bem como a devida inclusão social.

Endereço: Rua Francisco Elisiário, 240 – Bonfim.
Contato: (19) 3231-2999

 

• CASA DE APOIO SANTA CLARA (SERVIÇO ESPECIALIZADO PARA POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA)
Oferece oficinas sócio-educativas, encaminhamentos, alimentação, higiene pessoal e grupos de reflexão.

Horário de atendimento: das 08h às 11h e das 14h às 16h30.
Contato: (19) 3231-9010.
Endereço: Rua José de Alencar, 447 – Centro – Campinas/SP.

 

• ABRIGO ESPECIALIZADO RENASCER
Acolhe pessoas em situação de rua que apresentem transtornos mentais. Oferece abrigo, promove a inserção social e a reabilitação psicossocial e tem capacidade para 20 pessoas.

Contato: (19) 3213-1901

 

• SARES (SERVIÇO DE ACOLHIMENTO E REFERENCIAMENTO SOCIAL)
Presta serviços na própria sede e é, também, itinerante. Visa o encaminhamento à inclusão social.

Horário de atendimento: das 09h às 18h, de segunda a sexta-feira.
Contato: (19) 3236-4059
Endereço: Rua Regente Feijó, 824 – Centro – Campinas/SP.

Para mais informações, entre em contato diretamente com os abrigos.

Categorias:Geral, Notícias

Primeiro Teaser do documentário!

Este é o primeiro Teaser do nosso documentário. Em breve tem mais!!!

Categorias:Geral, Vídeos

Especialista da Unicamp explica os problemas causados por insuficiência de nutrientres

O nutrólogo Edson Credidio aponta que a falta de alimentação adequada nos marginalizados pode levar à morte

Daniele Rodrigues

Doutor Edson Credidio - Foto: Kalá

De acordo com a Pesquisa Nacional Sobre a População em Situação de Rua do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), realizada em 2008, 79,6% dos moradores de rua consegue fazer, ao menos, uma refeição por dia, sendo que 27,4% compram com o próprio dinheiro. Já 19% dos entrevistados não conseguem se alimentar todos os dias. Esse quadro revela que os marginalizados não fazem as refeições corretamente, devido a ingestão de nutrientes insuficientes por dia que muitas vezes os leva à desnutrição ou subnutrição.
Para o bom funcionamento do organismo, é necessário um cardápio balanceado e saudável para cada tipo de pessoa, assim como se alimentar regularmente durante o dia. Segundo o médico nutrólogo e pesquisador da Unicamp, Edson Credidio, a pessoa que não faz as refeições regulares por dia, utilizam os nutrientes já existentes em seu organismo: carboidratos, gorduras e por último as proteínas, que podem em resultar em doenças carenciais. “A saúde é precária e estas pessoas apresentarão quadros de desnutrição, anemia, hipovitaminoses, hipominerálemia, entre outras doenças”, informou Credidio.
Segundo Credidio, quando o estágio de desnutrido e subnutrido é atingido, os marginalizados apresentam uma gama imensa de patologias como anemia, alterações na pele, alterações de membros, cabelos, face olhos, estatura, humor e, principalmente, a resistçência imunológica reduzida. “A pessoa que está sem comer há dias apresenta a sensação física de desânimo, apatia, tonturas, dores no estômago, dores no corpo e de cabeça. Se o período sem alimentação for longo, levará a pessoa à morte”, ressalta Credidio.
A Pesquisa do MDS também revelou que entre os problemas mais citados entre os moradores de rua, 10,1% dos entrevistados diz que possuem hipertensão, 6,1% problema psiquiátrico ou mental, 5,1% são portadores do vírus HIV e 4,6% têm problemas na visão ou cegueira. De acordo com o pesquisador, uma pessoa que não se alimenta corretamente, ao faltar uma única vitamina como a Niacina, pode ocorrer doenças como dermatites, diarréias e demência. “Problemas psiquiátricos contribuem para agravar as doenças através da utilização excessiva de drogas e transtornos alimentares, entre outros fatores”, explica o especialista.

Categorias:Geral, Notícias

Coordenadora Social de Campinas explica a situação do morador de rua e o envolvimento com drogas

De acordo com a pesquisa de censo amostral de população de rua realizada em Campinas, há 1027 pessoas morando nas ruas na cidade. Foram contabilizados os números das pessoas que vivem nas próprias ruas, em viadutos, casas abandonadas (mocós), pensões, cortiços, favelas, em situação emergencial ou circunstancial.
Do número de entrevistados, 58% das pessoas em situação de rua adultas entrevistadas se encontra em faixas etárias entre 25 e 44 anos e são do sexo masculino, sendo que 65,4% exercem alguma atividade remunerada. Porém, segundo a Coordenadora de Proteção Social Especial de Alta Complexidade de População Adulta em Situação de Rua de Campinas, Cátia Rose Gonçalves da Silva, muitos moradores de rua estão envolvidos com o tráfico de drogas, principalmente com o crack.
“Alguns trabalham como catador de papelão ou latinhas para a venda, como pedreiros ou flanelinhas, porém muitos estão diretamente envolvidos com o ganho de dinheiro fácil sendo ‘aviões’ para outros moradores de rua que praticam o tráfico”, ressalta Cátia.
A coordenadora fala ainda que não há como diferenciar o usuário de crack ou de outras drogas do morador de rua que está nas ruas por questões relacionadas à problemas financeiros, psicológicos, familiares ou outros fatores, pois atualmente a prática do uso de drogas está muito interligado com essa situação de rua.
“Alguns moradores de rua se submetem ao envolvimento com as drogas em troca de comércio, como catar latinhas, e também outros tipos de serviços”, finaliza Cátia.
Categorias:Geral, Notícias

Operação “Bom dia morador de rua” iniciou no ano passado em Campinas

Operação Bom Dia Morador de Rua Foto: Prefeitura de Campinas

A operação “Bom dia morador de Rua” se iniciou no ano passado e faz parte das ações do Tolerância Zero da Prefeitura de Campinas, que visa enfrentar situações problemáticas de risco social e violência. As atividades somam diferentes setores do setor público e polícias, realizada pelo Comitê de Fiscalização Integrada de Campinas (Cofisc).
Segundo declaração do atual prefeito de Campinas sobre a operação, a operação é para proteger as famílias. “Os moradores de rua estão expostos a diversas situações que acarretam violência e maus-tratos, contra eles mesmos e contra os outros cidadãos”, esclareceu o prefeito.
Os moradores de rua são recolhidos pela Polícia Militar durante a madrugada e levados em ônibus cedido pela EMDEC até a Estação Cultura, a sede das operações. Lá eles passam por uma triagem, recebem atendimento médico, um lanche e são cadastrados pela Secretaria de Cidadania e Inclusão Social. As assistentes sociais tentam localizar as famílias destas pessoas e oferecem acompanhamento, sem tirar dos moradores o direito de ir e vir.

Veja abaixo a reportagem do Cosmo Online sobre a operação:

http://storage.mais.uol.com.br/embed_v2.swf?mediaId=6949082

Categorias:Geral, Notícias, Vídeos

Prefeitura de São Paulo gasta um salário mínimo mensal com morador de rua

A Secretaria Municipal de Assistência Social gastou, em 2010, R$ 89 milhões com programas voltados para o atendimento a moradores de rua da capital. A verba é equivalente a R$ 544 por mês para cada uma das 13.666 pessoas que vivem nessa situação em São Paulo, quase um salário mínimo (R$ 545), e representa pouco mais de 10% do orçamento anual da pasta. Entidades consideram o valor insuficiente.

Para este ano, o valor destinado aos moradores de rua deve ser maior, de R$ 102 milhões. Mesmo com esse investimento, o serviço apresenta falhas. Os albergues da rede municipal receberam aproximadamente a metade do valor total gasto com os moradores de rua de forma geral. Foram repassados R$ 44,9 milhões para as entidades conveniadas que administram os centros de acolhida, às quais faltam vagas para pernoite.

Segundo a Secretaria de Assistência Social, o restante da verba foi investido em núcleos de convivência para adultos, restaurantes, locação de imóveis, auxílio para a formação de repúblicas, entre outros. Do número total de moradores de rua da cidade, cerca de 10 mil são efetivamente atendidos pela rede pública de proteção social, diz a pasta. Contudo, o valor é considerado insuficiente por entidades ligadas aos moradores de rua e às questões sociais, que também apontam falhas no gerenciamento dos recursos.

Superintendente da Associação Viva o Centro, Marco Antonio Ramos de Almeida não se espanta com o valor gasto com moradores de rua. “Poderiam dizer que tem gente sobrevivendo com um salário mínimo, mas não é bem assim. Essa pessoa (que está na rua) demanda uma série de outros cuidados. O detento, por exemplo, custa até mais ao Estado.” Em 2009, a média nacional de gastos por preso foi de R$ 1,2 mil.

A secretaria diz que são oferecidas quase 20 mil refeições por dia e conta com 108 serviços exclusivos para os moradores de rua da capital. Agentes sociais percorrem a cidade a pé e abordam pessoas nessa situação. Também são utilizados 122 veículos. A pasta ressalta que os críticos estão convidados a conhecer os serviços e equipamentos da assistência.

 

Daqui: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110518/not_imp720656,0.php

 

Categorias:Geral, Notícias