Operação “Bom dia morador de rua” iniciou no ano passado em Campinas

Operação Bom Dia Morador de Rua Foto: Prefeitura de Campinas

A operação “Bom dia morador de Rua” se iniciou no ano passado e faz parte das ações do Tolerância Zero da Prefeitura de Campinas, que visa enfrentar situações problemáticas de risco social e violência. As atividades somam diferentes setores do setor público e polícias, realizada pelo Comitê de Fiscalização Integrada de Campinas (Cofisc).
Segundo declaração do atual prefeito de Campinas sobre a operação, a operação é para proteger as famílias. “Os moradores de rua estão expostos a diversas situações que acarretam violência e maus-tratos, contra eles mesmos e contra os outros cidadãos”, esclareceu o prefeito.
Os moradores de rua são recolhidos pela Polícia Militar durante a madrugada e levados em ônibus cedido pela EMDEC até a Estação Cultura, a sede das operações. Lá eles passam por uma triagem, recebem atendimento médico, um lanche e são cadastrados pela Secretaria de Cidadania e Inclusão Social. As assistentes sociais tentam localizar as famílias destas pessoas e oferecem acompanhamento, sem tirar dos moradores o direito de ir e vir.

Veja abaixo a reportagem do Cosmo Online sobre a operação:

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Prefeitura de São Paulo gasta um salário mínimo mensal com morador de rua

A Secretaria Municipal de Assistência Social gastou, em 2010, R$ 89 milhões com programas voltados para o atendimento a moradores de rua da capital. A verba é equivalente a R$ 544 por mês para cada uma das 13.666 pessoas que vivem nessa situação em São Paulo, quase um salário mínimo (R$ 545), e representa pouco mais de 10% do orçamento anual da pasta. Entidades consideram o valor insuficiente.

Para este ano, o valor destinado aos moradores de rua deve ser maior, de R$ 102 milhões. Mesmo com esse investimento, o serviço apresenta falhas. Os albergues da rede municipal receberam aproximadamente a metade do valor total gasto com os moradores de rua de forma geral. Foram repassados R$ 44,9 milhões para as entidades conveniadas que administram os centros de acolhida, às quais faltam vagas para pernoite.

Segundo a Secretaria de Assistência Social, o restante da verba foi investido em núcleos de convivência para adultos, restaurantes, locação de imóveis, auxílio para a formação de repúblicas, entre outros. Do número total de moradores de rua da cidade, cerca de 10 mil são efetivamente atendidos pela rede pública de proteção social, diz a pasta. Contudo, o valor é considerado insuficiente por entidades ligadas aos moradores de rua e às questões sociais, que também apontam falhas no gerenciamento dos recursos.

Superintendente da Associação Viva o Centro, Marco Antonio Ramos de Almeida não se espanta com o valor gasto com moradores de rua. “Poderiam dizer que tem gente sobrevivendo com um salário mínimo, mas não é bem assim. Essa pessoa (que está na rua) demanda uma série de outros cuidados. O detento, por exemplo, custa até mais ao Estado.” Em 2009, a média nacional de gastos por preso foi de R$ 1,2 mil.

A secretaria diz que são oferecidas quase 20 mil refeições por dia e conta com 108 serviços exclusivos para os moradores de rua da capital. Agentes sociais percorrem a cidade a pé e abordam pessoas nessa situação. Também são utilizados 122 veículos. A pasta ressalta que os críticos estão convidados a conhecer os serviços e equipamentos da assistência.

 

Daqui: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110518/not_imp720656,0.php

 

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Campanha contra a fome mundial

Pressionar! Este é o objetivo da petição on-line “1 Billion Hungry”, que angaria assinaturas via internet.

O objetivo da petição é mostrar aos governos mundiais que a fome é um problema grave, um “desastre”, que afeta a humanidade todos os dias. Que afeta, quase um bilhão de pessoas em todo o mundo.

Se você também quer que os governos mundiais tomem atitudes mais drásticas para solucionar o problema da fome, clique no link abaixo e deixe sua assinatura:

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http://www.1billionhungry.org/minguadeviver/

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Vídeo – O Homem invisível

Vídeo-documentário produzido por estudantes da Uesc em 2008. Uma visão sensível de estudantes que, como nós, estão preocupados em dar voz à “população invisível” da sociedade.

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Você conhece o Betinho?

Herbert de Souza, o Betinho, foi um sociólogo que fez a diferença. Agiu como um transformador social lutando pela ética e contribuindo com ações para diminuir a fome no Brasil.

Ele sempre esteve presente em campanhas sociais e políticas para ampliar a justiça social e a democracia. Um ser humano notável que lutou pelos direitos humanos e levantou a bandeira do humanismo.

Betinho dedicou-se à Coordenação Geral do IBASE (Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas) com resistência física, mesmo com a saúde frágil por ser hemofílico e portador do vírus da AIDS contraído através de transfusões de sangue. O sociólogo publicou vários livros, artigos e ensaios criticando a exclusão social, a concentração de renda e de terras.

Em 1992, Betinho foi uma das principais lideranças do Movimento pela Ética na Política, que acabou no impeachment do presidente Fernando Collor de Mello, e ele foi às ruas exercer a cidadania, começando a Campanha Ação da Cidadania contra a fome e a miséria. Conhecida como a “campanha do Betinho”, ele nunca imaginou que ia tomar uma grande proporção como aconteceu. Além das campanhas para recolher doações, o objetivo da Ação da Cidadania é denunciar a parcela da população que vive na miséria e a necessidade de políticas públicas.

Outra campanha importante de Betinho é a “Natal sem Fome”, que perdura até hoje, após a sua ausência, contando com o apoio de várias empresas nas campanhas.

“O desenvolvimento humano só existirá se a sociedade civil afirmar cinco pontos fundamentais: igualdade, diversidade, participação, solidariedade e liberdade.” Betinho

Ilha das Flores

“Um ácido e divertido retrato da mecânica da sociedade de consumo. Acompanhando a trajetória de um simples tomate, desde a plantação até ser jogado fora, o curta escancara o processo de geração de riqueza e as desigualdades que surgem no meio do caminho.”

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Gênero: Documentário, Experimental

Diretor: Jorge Furtado

Ano: 1989

País: Brasil

Fonte: Porta Curtas Petrobrás

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